terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

 …ele não está aqui. - ele olhou em direção o teto, e pude ver seu pensamento, ele não via mais as duas camas. bloqueei seus pensamentos e visões.
 - posso ver o quarto?
 - sim. depois que Émen trazer um copinho de sangue para você.
 - então eu espero.
 Émen logo foi vista com uma bandeija marrom nas mãos, caminhou alegremente até Reford, e lhe deu uma xícara com sangue.
 Lúcio vendo o entertimento dele com Émen, fez a espada se desprender e ser levada até a bera da porta de entrada.
 - o que vai fazer com a minha espada, Lúcio?
  ele tirou o capuz da cabeça revelando sua aparencia, seu rosto era pálido, os olhos eram azuis, ele rodava na ponta dos dedos, madeizas de seu cabelo loiro.
 - estou vendo.
 - cade a sua?
 - esta no meu quarto.
 - podemos ir agora?
 - a espada.
 - pode pendurar no espadero.
 Lúcio levantou-se e pendurou a espada que estava em suas mãos no espadero.
 um grito agoniado.
 quando Lúcio viu, a cabeça de Reford estava se desfazendo como lenha, estava toda cinza, a perfeição de seu rosto sumira.
 agora a espada de Lúcio estava encravada no pescoço de Reford.
 e sem demorar muito, a cabeça de cinzas separou- se do pescoço e caiu ao chão, rolando ate os pés de Émen que ainda estava na sala.
 ela se desfez.

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