- este é Karter, Émen - ele soluçou - quer dizer, esse é Croweel - ele soluçou novamente - Igor Croweel.
ele me apresentou a sua esposa, assim que entramos na casa.
a sala era amarela, com gesso branco nos tetos, e luminarias com centenas de velas iluminando a sala.
- Croweel? - perguntou ela vindo com os braços abertos em minha direção.
ela me abraçou ao me tocar e eu vi seus olhos angustiados e com um mar de preocupação.
mesmo eu não tendo contato com seus olhos era claro isso.
ela me desabraçou.
colocou sua mãos corpulentas em meu ombro e olhou felizmente em meu rosto, seu olhar se dirigiu a Lúcio e sua boca mecheu, fazendo sons baixos '' na cozinha''
- não ligue para ela. ela e doida assim mesmo - falou Karter quando eles foram para a cozinha.
- o que ela tem?- perguntei ele mordeno um biscoitinho q eu tinha pego em um cálice em cima da mesa.
- ela e vidente. - falou ele tambem pegando um biscoito no cálice de vidro.
- ela deve ter previsto q vc e vungoriano.
silencio.
- o que que tem eu ser vungori...
- não existe vungorianos em Heart, Croweel. - ele se sentou numa poltrona amarela mais clara que as paredes berrantes. - Défreu baniu eles daqui.
- sei o que Défreu fez.- sentei me no sofá a frente de Karter. - ele matou todos.
- não. só baniu eles. - ele se envergou pra frente e agarrou as mãos. - para...
- quem quer chá? - perguntou a voz empolgante da senhora Émen chegando de surpresa na sala, cortando a conversa.
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