Ola aos amantes de um bom livro e de uma surpreendente historia de ficçao cientifica, esse e o meu primeiro livro... mas vou começar a usar meu outro blog..enquanto isso, aproveitem essa historia...
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
- este é Karter, Émen - ele soluçou - quer dizer, esse é Croweel - ele soluçou novamente - Igor Croweel.
ele me apresentou a sua esposa, assim que entramos na casa.
a sala era amarela, com gesso branco nos tetos, e luminarias com centenas de velas iluminando a sala.
- Croweel? - perguntou ela vindo com os braços abertos em minha direção.
ela me abraçou ao me tocar e eu vi seus olhos angustiados e com um mar de preocupação.
mesmo eu não tendo contato com seus olhos era claro isso.
ela me desabraçou.
colocou sua mãos corpulentas em meu ombro e olhou felizmente em meu rosto, seu olhar se dirigiu a Lúcio e sua boca mecheu, fazendo sons baixos '' na cozinha''
- não ligue para ela. ela e doida assim mesmo - falou Karter quando eles foram para a cozinha.
- o que ela tem?- perguntei ele mordeno um biscoitinho q eu tinha pego em um cálice em cima da mesa.
- ela e vidente. - falou ele tambem pegando um biscoito no cálice de vidro.
- ela deve ter previsto q vc e vungoriano.
silencio.
- o que que tem eu ser vungori...
- não existe vungorianos em Heart, Croweel. - ele se sentou numa poltrona amarela mais clara que as paredes berrantes. - Défreu baniu eles daqui.
- sei o que Défreu fez.- sentei me no sofá a frente de Karter. - ele matou todos.
- não. só baniu eles. - ele se envergou pra frente e agarrou as mãos. - para...
- quem quer chá? - perguntou a voz empolgante da senhora Émen chegando de surpresa na sala, cortando a conversa.
ele me apresentou a sua esposa, assim que entramos na casa.
a sala era amarela, com gesso branco nos tetos, e luminarias com centenas de velas iluminando a sala.
- Croweel? - perguntou ela vindo com os braços abertos em minha direção.
ela me abraçou ao me tocar e eu vi seus olhos angustiados e com um mar de preocupação.
mesmo eu não tendo contato com seus olhos era claro isso.
ela me desabraçou.
colocou sua mãos corpulentas em meu ombro e olhou felizmente em meu rosto, seu olhar se dirigiu a Lúcio e sua boca mecheu, fazendo sons baixos '' na cozinha''
- não ligue para ela. ela e doida assim mesmo - falou Karter quando eles foram para a cozinha.
- o que ela tem?- perguntei ele mordeno um biscoitinho q eu tinha pego em um cálice em cima da mesa.
- ela e vidente. - falou ele tambem pegando um biscoito no cálice de vidro.
- ela deve ter previsto q vc e vungoriano.
silencio.
- o que que tem eu ser vungori...
- não existe vungorianos em Heart, Croweel. - ele se sentou numa poltrona amarela mais clara que as paredes berrantes. - Défreu baniu eles daqui.
- sei o que Défreu fez.- sentei me no sofá a frente de Karter. - ele matou todos.
- não. só baniu eles. - ele se envergou pra frente e agarrou as mãos. - para...
- quem quer chá? - perguntou a voz empolgante da senhora Émen chegando de surpresa na sala, cortando a conversa.
CAPITULO UM, a família Underrandrew
eu não via ninguem, e ninguem me via. pensei.
mas estava errado, todos os tres me olhavam, com olhos de jantar. famintos. Reford, me fitava como a sua presa, com olhos vermelhos igual ao fogo que lastrava a minha frente, a única fonte de luz, naquele beco.
Kaius e Melinda tambem me olhava, mas com olhos negros de vampiros que ja fizeram sua refeição bruta. mortal. Melinda demonstrava raiva com algumas madeixas claras presas aos dentes ponteagudos, sujos.
- temos uma janta, viu Reford não dormira com fome, mais. - a voz soou no ar como uma explosão no silencio calmo. era um homem aparentemente novo, uns, trinta e oito anos. com as maos cruzadas as costas, e um longo cabelo branco, fino, seu rosto pálido olhava a mim e ao mesmo tempo pro fogo em que eles me jogariam.
eles se afastaram ao ouvir a voz de seu chefe.
- os vungorianos, são os melhores, não são? - ele olhava para mim faminto arquejando palavras e expressoes cadavericas.
- vocês não vão... - adverti sendo cortado pelo o homem em que minha mente revelava o nome de Dlesh.
- segurem ele - bradou ele calmamente.
eles atiraram seus braços prendenod o meu, que continuou a relutar para se soltar.
- não acha melhor - ele me olhou com olhos e sentimento de raiva e fome - mata-lo antes, não?
gelei.
nunca passei por aquilo antes, foi como uma bala que atravessou o meu peito, não tive nem tempo mais de pensar, quando senti ele vir correndo rapidamente como um trovão em minha direção. voraz.
ele agiu sem ter a resposta de seus seguidores, logo ele deslizava a mão sobre uma estaca de prata a direcionando na minha cabeça, e quando o olhei, ele me perfurou.
meu sangue espirrou em seu rosto.
ali estava eu, morto.
eu não via ninguem, e ninguem me via. pensei.
mas estava errado, todos os tres me olhavam, com olhos de jantar. famintos. Reford, me fitava como a sua presa, com olhos vermelhos igual ao fogo que lastrava a minha frente, a única fonte de luz, naquele beco.
Kaius e Melinda tambem me olhava, mas com olhos negros de vampiros que ja fizeram sua refeição bruta. mortal. Melinda demonstrava raiva com algumas madeixas claras presas aos dentes ponteagudos, sujos.
- temos uma janta, viu Reford não dormira com fome, mais. - a voz soou no ar como uma explosão no silencio calmo. era um homem aparentemente novo, uns, trinta e oito anos. com as maos cruzadas as costas, e um longo cabelo branco, fino, seu rosto pálido olhava a mim e ao mesmo tempo pro fogo em que eles me jogariam.
eles se afastaram ao ouvir a voz de seu chefe.
- os vungorianos, são os melhores, não são? - ele olhava para mim faminto arquejando palavras e expressoes cadavericas.
- vocês não vão... - adverti sendo cortado pelo o homem em que minha mente revelava o nome de Dlesh.
- segurem ele - bradou ele calmamente.
eles atiraram seus braços prendenod o meu, que continuou a relutar para se soltar.
- não acha melhor - ele me olhou com olhos e sentimento de raiva e fome - mata-lo antes, não?
gelei.
nunca passei por aquilo antes, foi como uma bala que atravessou o meu peito, não tive nem tempo mais de pensar, quando senti ele vir correndo rapidamente como um trovão em minha direção. voraz.
ele agiu sem ter a resposta de seus seguidores, logo ele deslizava a mão sobre uma estaca de prata a direcionando na minha cabeça, e quando o olhei, ele me perfurou.
meu sangue espirrou em seu rosto.
ali estava eu, morto.
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
PROLÓGO:
Seus olhos eram frios igual a morte em uma nevasca, seus braços me emprensavam apertando me contra o seu corpo, e ao olhar claramente, estavamos abraçados. com os lábios tocados em sintonia, um fervor no corpo e a olhei novamente seus olhos eram vermelhos como os meus.
acabei de transforma-la.
Seus olhos eram frios igual a morte em uma nevasca, seus braços me emprensavam apertando me contra o seu corpo, e ao olhar claramente, estavamos abraçados. com os lábios tocados em sintonia, um fervor no corpo e a olhei novamente seus olhos eram vermelhos como os meus.
acabei de transforma-la.
eai galera!
fiz esse blog para vcs me acompanharem como um autor. estarei aqui escrevendo cada capitulo da serie Osscloud.
o tema principal do livro é um Vungoriano que deveria estar banido na cidade de Guethar, e com muitos emprevistos ele acaba conhecendo a familia Underrandrew, e com eles ele luta para conseguir sua liberdade. uma especie de ficção cientifica e atos paranormais.
Voces vão gostar e um livro para todas as idades e pra quem tem a capacidade de domar seu don mais precioso... a vida!
fiz esse blog para vcs me acompanharem como um autor. estarei aqui escrevendo cada capitulo da serie Osscloud.
o tema principal do livro é um Vungoriano que deveria estar banido na cidade de Guethar, e com muitos emprevistos ele acaba conhecendo a familia Underrandrew, e com eles ele luta para conseguir sua liberdade. uma especie de ficção cientifica e atos paranormais.
Voces vão gostar e um livro para todas as idades e pra quem tem a capacidade de domar seu don mais precioso... a vida!
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