"é só por um tempo" falou a voz de Lúcio.
logo a luz se apagou e eu avancei ao banheiro, deixando gotas de sangue espalhadas pelos o corredor do segundo andar.
empurrei a porta do banheiro, e avistei a pia branca, sobre um armário de madeira escura.
abri ele puxando suas portas, peguei a morfina reduzida, e a passei no dedo. estava agaixado. levantei, me vendo no espelho, e enrolei o esparadrapo que estava sobre a pia nos dedos, morfinados.
quando voltei ao quarto Karter já estava deitado e já tinha arrumado as camas, seus olhos estavam fechados, dormindo sem roncar, imóvel. apaguei a luz e deitei na cama ao lado.
não conseguia ficar de olhos fechados por muito tempo, fiquei a noite inteira acordado, com os olhos regalados, olhando o teto branco, sem teias de aranhas, mas com gesso em todos os cantos.
me virei em direção a escrivaninha que separava as duas camas, e observei um pote branco, com um pó azulado escrito "Teonderrebug" solução fecha prego a base de camomila.
novamente me virei ao teto.
olhando para algumas estrelas e a luz do luar que refletia no guarda-roupas, que normalmente estava cheio.
não me mechi por segundos, escutando uma voz, várias vozes, soarem no ar e quando olhei a Karter ele estava emsopado de suor, seu cabelo estava caído. manso.
seu travesseiro estava inundado, e sue corpo estava rebelde se rebatendo.
vibrando.
sem parar, ele levava as mãos a barriga - tambem ensopada.
levantei-me.
andei devagar ate ele, estendi meu braço em sua direção, e toquei a sua testa.
" em um longo território enevuado, várias pessoa de capas pretas vinham em minha direção, meu grupo estava composto de cem pessoas, revestidas de capas vermelhas que rastejavam ao chão a cada passo dado.
- entregue-se. - falou uma menina branca. a única que se detacava em meio aos outros de capas pretas.
seus olhos eram escuros, e sim, um orifício escuro, negro, sem nenhuma outra pigmentação, somente um escuro vazio, que olhava diretamente em meus olhos.
ela não pisava ao chão...
logo a luz se apagou e eu avancei ao banheiro, deixando gotas de sangue espalhadas pelos o corredor do segundo andar.
empurrei a porta do banheiro, e avistei a pia branca, sobre um armário de madeira escura.
abri ele puxando suas portas, peguei a morfina reduzida, e a passei no dedo. estava agaixado. levantei, me vendo no espelho, e enrolei o esparadrapo que estava sobre a pia nos dedos, morfinados.
quando voltei ao quarto Karter já estava deitado e já tinha arrumado as camas, seus olhos estavam fechados, dormindo sem roncar, imóvel. apaguei a luz e deitei na cama ao lado.
não conseguia ficar de olhos fechados por muito tempo, fiquei a noite inteira acordado, com os olhos regalados, olhando o teto branco, sem teias de aranhas, mas com gesso em todos os cantos.
me virei em direção a escrivaninha que separava as duas camas, e observei um pote branco, com um pó azulado escrito "Teonderrebug" solução fecha prego a base de camomila.
novamente me virei ao teto.
olhando para algumas estrelas e a luz do luar que refletia no guarda-roupas, que normalmente estava cheio.
não me mechi por segundos, escutando uma voz, várias vozes, soarem no ar e quando olhei a Karter ele estava emsopado de suor, seu cabelo estava caído. manso.
seu travesseiro estava inundado, e sue corpo estava rebelde se rebatendo.
vibrando.
sem parar, ele levava as mãos a barriga - tambem ensopada.
levantei-me.
andei devagar ate ele, estendi meu braço em sua direção, e toquei a sua testa.
" em um longo território enevuado, várias pessoa de capas pretas vinham em minha direção, meu grupo estava composto de cem pessoas, revestidas de capas vermelhas que rastejavam ao chão a cada passo dado.
- entregue-se. - falou uma menina branca. a única que se detacava em meio aos outros de capas pretas.
seus olhos eram escuros, e sim, um orifício escuro, negro, sem nenhuma outra pigmentação, somente um escuro vazio, que olhava diretamente em meus olhos.
ela não pisava ao chão...
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